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NegóciosThe Decoder1 min

OpenAI e mais de 100 empresas pedem ação urgente contra ataques cibernéticos movidos por IA

Carta aberta assinada por Microsoft, Google e Anthropic alerta que infraestruturas críticas como hospitais e sistemas de água estão na mira de invasores que já usam inteligência artificial

Por Redação1 min
Em resumo

A OpenAI e mais de cem empresas, incluindo Microsoft, Google e Anthropic, publicaram uma carta aberta alertando que ataques cibernéticos movidos por inteligência artificial (invasões automatizadas usando modelos de IA) ameaçam infraestruturas críticas como hospitais e sistemas de água, e pedem ação imediata enquanto quem defende ainda tem vantagem.

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OpenAI e mais de 100 empresas pedem ação urgente contra ataques cibernéticos movidos por IA
Negócios · The Decoder

A OpenAI (empresa criadora do ChatGPT) publicou uma carta aberta ao lado de mais de cem companhias — entre elas Microsoft, Google, Anthropic (desenvolvedora do modelo Claude), Deutsche Telekom e SAP — pedindo ação imediata para defender infraestruturas críticas contra ataques cibernéticos baseados em inteligência artificial. Segundo informou o site The Decoder, a coalizão avisa que invasores já começam a usar IA para criar ataques mais sofisticados contra alvos sensíveis como hospitais, usinas de tratamento de água e redes de energia.

O alerta chega num momento em que modelos de linguagem (LLMs, sigla em inglês para as IAs que entendem e produzem texto) e outras ferramentas de IA tornaram-se acessíveis o suficiente para que hackers (pessoas que invadem sistemas digitais) as utilizem para escrever código malicioso, descobrir vulnerabilidades em softwares e automatizar partes do processo de invasão. A carta não detalha casos concretos, mas argumenta que a janela para agir é estreita: hoje, quem defende redes ainda tem vantagem, mas isso pode mudar rapidamente.

A iniciativa não propõe medidas específicas — apenas destaca a urgência do problema. Infraestruturas críticas costumam rodar sistemas antigos, com atualizações lentas e pouca gente especializada em segurança digital. Num cenário em que ataques podem ser gerados e testados por IA em escala industrial, essas redes ficam especialmente expostas.

Além das empresas de tecnologia, a lista de signatários inclui fornecedores de serviços essenciais e consultorias. A carta funciona mais como um chamado público do que como um plano de ação: o recado é que governos, empresas e órgãos reguladores precisam acelerar investimentos em defesa cibernética antes que ataques movidos por IA se tornem rotina.

Fonte original
The Decoder
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