Ao vivo
[Pesquisa]Como o Ai2 resolveu a briga por GPUs com orçamentos em vez de fila de prioridade[Ferramentas]Como criar modelos de IA personalizados por menos de US$ 20 usando um agente automatizado[Modelos de IA]Liquid AI lança modelos de IA que tomam decisões em milissegundos — e funcionam em celulares[Modelos de IA]TII lança Falcon ASR, modelo de transcrição de áudio aberto que roda em hardware comum[Modelos de IA]Nvidia mostra que um único modelo de IA pode chegar ao pódio tanto em programação quanto em matemática avançada[Modelos de IA]Falcon-Emirati: o modelo de IA que aprendeu a falar árabe como um emiradense de verdade[Ferramentas]Hugging Face cria repositório central para ambientes de IA que aprendem por tentativa e erro[Ferramentas]O agente de IA disse que terminou. O banco de dados discordou.[Modelos de IA]Instituto Allen lança modelo de IA aberto para escrever relatórios científicos em segundos[Pesquisa]Como a ServiceNow cria dados de treino que ensinam agentes de IA a funcionar dentro de empresas[Pesquisa]Como o Ai2 resolveu a briga por GPUs com orçamentos em vez de fila de prioridade[Ferramentas]Como criar modelos de IA personalizados por menos de US$ 20 usando um agente automatizado[Modelos de IA]Liquid AI lança modelos de IA que tomam decisões em milissegundos — e funcionam em celulares[Modelos de IA]TII lança Falcon ASR, modelo de transcrição de áudio aberto que roda em hardware comum[Modelos de IA]Nvidia mostra que um único modelo de IA pode chegar ao pódio tanto em programação quanto em matemática avançada[Modelos de IA]Falcon-Emirati: o modelo de IA que aprendeu a falar árabe como um emiradense de verdade[Ferramentas]Hugging Face cria repositório central para ambientes de IA que aprendem por tentativa e erro[Ferramentas]O agente de IA disse que terminou. O banco de dados discordou.[Modelos de IA]Instituto Allen lança modelo de IA aberto para escrever relatórios científicos em segundos[Pesquisa]Como a ServiceNow cria dados de treino que ensinam agentes de IA a funcionar dentro de empresas
Transmitindo · —

Notícias.
Inteligência Artificial

Inteligência Artificial para Gente de Verdade · ES / PT-BR

PesquisaHugging Face Blog2 min

LinkedIn ensina modelo de IA a agir como um assistente usando recompensas

Equipe da rede social treinou um modelo de linguagem open source para executar tarefas complexas com técnica de aprendizado por reforço — e compartilhou os bastidores do projeto.

Por Redação2 min
Compartilhar
LinkedIn ensina modelo de IA a agir como um assistente usando recompensas
Pesquisa · Hugging Face Blog

A equipe de IA do LinkedIn publicou um relato detalhado sobre como treinou o GPT-OSS (um modelo de linguagem de código aberto) para agir como um agente autônomo — ou seja, para executar sequências de ações, como pesquisar informações, usar ferramentas e tomar decisões. O processo combinou aprendizado por reforço (uma técnica em que o modelo aprende através de tentativa e erro, recebendo recompensas por acertos) com dados reais de usuários interagindo com assistentes de IA. Segundo a equipe, o objetivo era criar um modelo capaz de não apenas responder perguntas, mas de planejar e executar tarefas do começo ao fim.

O grande desafio técnico foi fazer o treinamento funcionar em escala. A abordagem tradicional de aprendizado por reforço em modelos de linguagem costuma ser lenta e instável, especialmente quando o modelo precisa lidar com sequências longas de ações. A equipe do LinkedIn usou uma técnica chamada PPO (Proximal Policy Optimization, um algoritmo que ajusta os pesos do modelo aos poucos para evitar mudanças bruscas) e adaptou a infraestrutura para rodar milhares de simulações em paralelo. O treinamento levou semanas e exigiu ajustes constantes nos hiperparâmetros (valores que controlam como o modelo aprende, como taxa de aprendizado e tamanho do lote de dados).

Um ponto importante do projeto foi a escolha de recompensas: em vez de apenas premiar respostas corretas, a equipe criou um sistema que avalia se o modelo seguiu um plano coerente, usou as ferramentas certas e chegou a um resultado útil. Isso significa que o modelo não aprende apenas a acertar, mas a raciocinar de forma mais próxima ao que um humano faria ao resolver um problema. A equipe também usou dados de feedback humano coletados em interações reais, o que ajudou o modelo a entender melhor o que os usuários esperam de um assistente.

O LinkedIn disponibilizou no Hugging Face (uma plataforma onde desenvolvedores compartilham e baixam modelos de IA já treinados) tanto o modelo final quanto os checkpoints intermediários (versões salvas do modelo em diferentes etapas do treinamento), permitindo que outros pesquisadores reproduzam ou adaptem o trabalho. A equipe destaca que o maior aprendizado foi a importância de ter uma infraestrutura robusta e de iterar rapidamente nos experimentos — boa parte do tempo foi gasta depurando erros de código e ajustando a configuração dos servidores, não apenas refinando o algoritmo.

O artigo funciona como um guia prático para quem quer treinar modelos agênticos (modelos que agem de forma autônoma para completar tarefas) usando aprendizado por reforço, com dicas sobre armadilhas comuns e decisões de design que fizeram diferença no projeto. A equipe ressalta que, apesar dos avanços, ainda há muito a melhorar: o modelo às vezes insiste em estratégias ineficazes e pode ter dificuldade com tarefas muito abertas ou ambíguas.

Fonte original
Hugging Face Blog
Mais em · Pesquisa