Ao vivo
[Modelos de IA]Beam: modelo de IA de 501 bilhões de parâmetros que roda no seu próprio servidor[Pesquisa]Nvidia e IIT Madras criam banco de dados com 2,8 trilhões de palavras em 22 línguas da Índia[Modelos de IA]Meta libera Muse Spark Open, modelo de IA gigante com mais de 800 bilhões de parâmetros[Modelos de IA]IBM lança Granite Switch 4.1, modelo que faz três tarefas diferentes sem trocar de servidor[Modelos de IA]Novo modelo FLUX.3 gera imagens em 2 segundos e aceita que você desenhe onde cada coisa deve aparecer[Pesquisa]Sistema de IA simula eventos climáticos extremos por 1% do custo de modelos tradicionais[Modelos de IA]Modelo de IA de 24 bilhões de parâmetros roda agentes inteligentes direto no seu computador[Pesquisa]Como o Ai2 resolveu a briga por GPUs com orçamentos em vez de fila de prioridade[Ferramentas]Como criar modelos de IA personalizados por menos de US$ 20 usando um agente automatizado[Modelos de IA]Liquid AI lança modelos de IA que tomam decisões em milissegundos — e funcionam em celulares[Modelos de IA]Beam: modelo de IA de 501 bilhões de parâmetros que roda no seu próprio servidor[Pesquisa]Nvidia e IIT Madras criam banco de dados com 2,8 trilhões de palavras em 22 línguas da Índia[Modelos de IA]Meta libera Muse Spark Open, modelo de IA gigante com mais de 800 bilhões de parâmetros[Modelos de IA]IBM lança Granite Switch 4.1, modelo que faz três tarefas diferentes sem trocar de servidor[Modelos de IA]Novo modelo FLUX.3 gera imagens em 2 segundos e aceita que você desenhe onde cada coisa deve aparecer[Pesquisa]Sistema de IA simula eventos climáticos extremos por 1% do custo de modelos tradicionais[Modelos de IA]Modelo de IA de 24 bilhões de parâmetros roda agentes inteligentes direto no seu computador[Pesquisa]Como o Ai2 resolveu a briga por GPUs com orçamentos em vez de fila de prioridade[Ferramentas]Como criar modelos de IA personalizados por menos de US$ 20 usando um agente automatizado[Modelos de IA]Liquid AI lança modelos de IA que tomam decisões em milissegundos — e funcionam em celulares
Transmitindo · —

Notícias.
Inteligência Artificial

Inteligência Artificial para Gente de Verdade · ES / PT-BR

PesquisaThe Decoder2 min

Google testa novo método para evitar fraude em testes de inteligência artificial

A empresa usa criptografia para impedir que tanto os avaliadores quanto o próprio Google vejam informações sensíveis durante os testes de segurança de seus modelos de IA

Por Redação2 min
Em resumo

O Google DeepMind está testando um sistema de avaliação duplo-cego para modelos de IA usando criptografia. A tecnologia Confidential Space (computação protegida) impede que o Google veja as perguntas dos testes e que os avaliadores acessem os pesos do modelo (dados internos da IA), eliminando riscos de manipulação.

Compartilhar
Google testa novo método para evitar fraude em testes de inteligência artificial
Pesquisa · The Decoder

O Google DeepMind (divisão de inteligência artificial do Google) está testando pela primeira vez um método de avaliação às cegas para modelos avançados de IA, segundo informou o site The Decoder. O objetivo é resolver um problema de confiança que afeta os benchmarks (testes padronizados que medem o desempenho de sistemas de IA): até agora, sempre havia a possibilidade de que as empresas manipulassem os resultados ou que os avaliadores tivessem acesso a informações sensíveis do modelo.

A solução proposta usa uma tecnologia chamada Confidential Space (um sistema de computação criptografada que mantém dados protegidos mesmo durante o processamento). Com ela, o Google não consegue ver as perguntas dos testes e os avaliadores não conseguem ver os pesos do modelo (os números que definem o comportamento da IA e representam seu conhecimento adquirido durante o treinamento). É como fazer um exame de vestibular em que nem o aluno vê a prova antes da hora nem a banca corretora pode alterar as respostas depois.

O projeto-piloto está sendo conduzido em parceria com o AI Safety Institute de Singapura (uma agência governamental criada para avaliar riscos de inteligência artificial) e usa o Gemini Flash Lite, uma versão menor e mais rápida do modelo de IA do Google. A ideia é testar se o sistema realmente impede qualquer tipo de manipulação ou vazamento de informação sensível.

Se funcionar, a abordagem pode se tornar um novo padrão para testes de IA considerados à prova de fraude. Isso é especialmente importante agora que governos do mundo todo, incluindo o Brasil, discutem como regular sistemas de inteligência artificial e precisam confiar que os testes de segurança apresentados pelas empresas são legítimos. O método poderia ser usado tanto para avaliar capacidades perigosas (como a capacidade de um modelo ajudar na criação de armas biológicas) quanto para certificar que um sistema cumpre requisitos legais antes de ser colocado no mercado.

Fonte original
The Decoder
Mais em · Pesquisa