Ao vivo
[Pesquisa]Como o Ai2 resolveu a briga por GPUs com orçamentos em vez de fila de prioridade[Ferramentas]Como criar modelos de IA personalizados por menos de US$ 20 usando um agente automatizado[Modelos de IA]Liquid AI lança modelos de IA que tomam decisões em milissegundos — e funcionam em celulares[Modelos de IA]TII lança Falcon ASR, modelo de transcrição de áudio aberto que roda em hardware comum[Modelos de IA]Nvidia mostra que um único modelo de IA pode chegar ao pódio tanto em programação quanto em matemática avançada[Modelos de IA]Falcon-Emirati: o modelo de IA que aprendeu a falar árabe como um emiradense de verdade[Ferramentas]Hugging Face cria repositório central para ambientes de IA que aprendem por tentativa e erro[Ferramentas]O agente de IA disse que terminou. O banco de dados discordou.[Modelos de IA]Instituto Allen lança modelo de IA aberto para escrever relatórios científicos em segundos[Pesquisa]Como a ServiceNow cria dados de treino que ensinam agentes de IA a funcionar dentro de empresas[Pesquisa]Como o Ai2 resolveu a briga por GPUs com orçamentos em vez de fila de prioridade[Ferramentas]Como criar modelos de IA personalizados por menos de US$ 20 usando um agente automatizado[Modelos de IA]Liquid AI lança modelos de IA que tomam decisões em milissegundos — e funcionam em celulares[Modelos de IA]TII lança Falcon ASR, modelo de transcrição de áudio aberto que roda em hardware comum[Modelos de IA]Nvidia mostra que um único modelo de IA pode chegar ao pódio tanto em programação quanto em matemática avançada[Modelos de IA]Falcon-Emirati: o modelo de IA que aprendeu a falar árabe como um emiradense de verdade[Ferramentas]Hugging Face cria repositório central para ambientes de IA que aprendem por tentativa e erro[Ferramentas]O agente de IA disse que terminou. O banco de dados discordou.[Modelos de IA]Instituto Allen lança modelo de IA aberto para escrever relatórios científicos em segundos[Pesquisa]Como a ServiceNow cria dados de treino que ensinam agentes de IA a funcionar dentro de empresas
Transmitindo · —

Notícias.
Inteligência Artificial

Inteligência Artificial para Gente de Verdade · ES / PT-BR

FerramentasTechCrunch AI2 min

Google remove ferramenta de IA do Earth um dia depois do lançamento

A função permitia criar imagens falsas geradas por inteligência artificial e sobrepô-las a mapas reais — críticos alertaram que facilitaria a desinformação.

Por Redação2 min
Compartilhar
Google remove ferramenta de IA do Earth um dia depois do lançamento
Ferramentas · TechCrunch AI

O Google (Alphabet) tirou do ar nesta quinta-feira uma nova função de inteligência artificial do Google Earth, apenas um dia depois de lançá-la. A ferramenta permitia que qualquer pessoa gerasse imagens falsas criadas por IA e as colocasse sobre mapas reais do serviço — o que rapidamente provocou uma onda de críticas, segundo informou o TechCrunch.

A função, batizada de Earth AI, usava modelos generativos (sistemas de IA capazes de criar imagens, textos ou vídeos a partir de comandos em linguagem natural) para produzir visualizações que não correspondiam à realidade. Usuários podiam, por exemplo, inserir prédios inexistentes em fotos de satélite de bairros reais ou alterar paisagens naturais com elementos fictícios. O resultado eram imagens que pareciam autênticas à primeira vista, mas não tinham relação com o que existe de fato no local.

Especialistas em desinformação e pesquisadores de ética em IA alertaram que a ferramenta poderia ser usada para espalhar notícias falsas, manipular disputas territoriais ou confundir o público em situações de emergência — como desastres naturais ou conflitos armados. A facilidade de uso e a integração com o Google Earth, uma plataforma amplamente confiável, tornavam o risco ainda maior.

Em comunicado, a empresa não detalhou os motivos da remoção, mas reconheceu que estava ouvindo o feedback da comunidade. O episódio ilustra os desafios que as gigantes de tecnologia enfrentam ao integrar IA generativa em produtos estabelecidos: o que pode parecer uma inovação útil em laboratório rapidamente revela riscos imprevistos quando chega ao público geral.

O Google Earth existe desde 2001 e é usado por milhões de pessoas para visualizar imagens de satélite, mapas em 3D e informações geográficas. A tentativa de adicionar recursos de IA generativa à plataforma faz parte de um movimento mais amplo da empresa para incorporar essas tecnologias em todos os seus produtos — mas este caso mostra que nem toda aplicação de IA é bem-vinda, especialmente quando toca em questões de confiança e veracidade da informação.

Fonte original
TechCrunch AI
Mais em · Ferramentas