Meta vai lançar agente de IA pago chamado Hatch e modelo Watermelon em outubro
A empresa de Mark Zuckerberg prepara o lançamento de um assistente virtual por assinatura nas próximas semanas e anuncia um novo modelo de inteligência artificial para outubro de 2025
A Meta vai lançar nas próximas semanas o Hatch, seu primeiro agente de IA pago (um assistente virtual que funciona de forma autônoma para realizar tarefas). A empresa também anunciou que vai liberar em outubro um novo modelo de inteligência artificial chamado Watermelon, mas ainda não revelou preços nem detalhes técnicos de nenhum dos dois produtos.

A Meta (dona do Facebook, Instagram e WhatsApp) vai lançar nas próximas semanas o Hatch, seu primeiro agente de IA pago — um assistente virtual que funciona de forma autônoma para realizar tarefas em nome do usuário, indo além de apenas responder perguntas. A informação foi divulgada pelo site The Decoder.
O Hatch representa uma mudança na estratégia da empresa, que até agora oferecia recursos de inteligência artificial gratuitamente dentro de suas plataformas. Com um serviço por assinatura, a Meta entra na disputa direta com produtos como o ChatGPT Plus (versão paga do assistente da OpenAI) e o Claude Pro (da Anthropic), que cobram mensalidades para acesso a recursos avançados.
Além do agente, a companhia também anunciou que vai lançar em outubro um novo modelo de IA chamado Watermelon — nome que segue a tradição recente da empresa de batizar seus sistemas com frutas ou referências informais, distanciando-se das siglas técnicas como LLaMA (sigla para Large Language Model Meta AI, a família anterior de modelos da empresa). Ainda não há detalhes sobre as capacidades específicas do Watermelon nem se ele será voltado para consumidores ou para desenvolvedores.
A Meta não divulgou o preço do Hatch nem quais funcionalidades estarão disponíveis na versão paga. Também não está claro se o novo modelo Watermelon será a base técnica do agente ou se terá aplicações separadas. O movimento acontece num momento em que as grandes empresas de tecnologia correm para monetizar seus investimentos bilionários em inteligência artificial, buscando transformar a tecnologia em receita recorrente.


