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NegóciosOpenAI News2 min

Como a Omio usa IA da OpenAI para transformar a busca de passagens em conversa

A plataforma europeia de viagens integrou assistentes de IA da OpenAI para permitir que usuários planejem trajetos complexos conversando, em vez de preencher formulários, e agora treina funcionários para pensar produtos desde o início com inteligência artificial.

Por Redação2 min
Em resumo

A Omio integrou modelos de linguagem da OpenAI (os mesmos do ChatGPT) para que viajantes planejem rotas de trem, ônibus e avião conversando, em vez de preencher formulários. A plataforma criou assistentes de IA (programas que entendem pedidos em linguagem natural) conectados ao sistema de reservas e agora treina funcionários para desenhar produtos desde o início com inteligência artificial.

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Como a Omio usa IA da OpenAI para transformar a busca de passagens em conversa
Negócios · OpenAI News

A Omio, plataforma europeia que reúne trens, ônibus e aviões em um só lugar, está usando modelos de linguagem da OpenAI (os mesmos por trás do ChatGPT) para permitir que viajantes planejem rotas inteiras conversando, em vez de digitar origem, destino e datas em campos separados. Segundo informou a OpenAI, a empresa já integrou assistentes de IA (programas que entendem pedidos em linguagem natural e executam tarefas) em seu aplicativo e site, onde respondem perguntas, sugerem combinações de transporte e ajudam a comparar preços — tudo isso conectado diretamente ao sistema de reservas.

O projeto começou como experimento em 2023, quando a Omio criou um protótipo funcional em apenas seis semanas usando a API da OpenAI (a interface que permite que outros programas conversem com os modelos GPT). A rapidez chamou atenção internamente: antes, desenvolver uma funcionalidade desse tipo levaria meses. Hoje, a empresa não só usa IA para atender clientes, mas também internamente — equipes de marketing, produto e atendimento usam ferramentas baseadas em GPT-4 (a versão mais avançada dos modelos da OpenAI na época do desenvolvimento) para gerar textos, analisar dados de usuários e até treinar novos assistentes virtuais.

Mais do que adicionar um chatbot, a Omio está se reorganizando como uma empresa nativa de IA, segundo o relato da OpenAI. Isso significa que, ao desenhar qualquer produto novo, as equipes já pensam desde o início em como inteligência artificial pode resolver o problema — e não apenas automatizar processos antigos. A companhia criou programas internos de treinamento para ensinar funcionários não técnicos a usar ferramentas de IA generativa (modelos que criam texto, imagens ou código a partir de instruções) e até a construir protótipos simples sem precisar programar.

A estratégia reflete uma tendência mais ampla no setor de tecnologia: empresas que antes tratavam IA como um projeto paralelo agora a colocam no centro da operação. No caso da Omio, a aposta é que viajantes prefiram dizer "preciso ir de Berlim a Amsterdã amanhã de manhã, sem trocar de trem" a preencher cinco campos de busca — e que essa mudança de interface torne a plataforma mais competitiva frente a gigantes como Google Flights ou Trainline. A OpenAI não divulgou números de uso nem impacto nas vendas, mas destacou que a Omio já processa milhões de buscas por mês em mais de 20 idiomas usando seus modelos.

Fonte original
OpenAI News
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